sábado, 22 de março de 2008

Bomba no Potiguar

Natal, RN, 21 (AFI) - Uma suspeita de falsificação em documentos de inscrições de atletas enviados pelo ASSU fez a Federação Norte-riograndense de Futebol adiar a partida entre Assu e Potyguar-CN, que seria realizado no domingo, no Estádio Edgarzão, na cidade de Assu, válido pela fase de ida das semifinais da Taça Cidade do Natal, o segundo turno do estadual.

Confira a nota na íntegra:

O presidente da Federação Norte-riograndense de Futebol, Alexandre Cavalcanti, anunciou em entrevista coletiva, o afastamento do funcionário João Maria Fernandes, do Departamento de Registros e Transferências da FNF.

O presidente informou que a decisão será por tempo indeterminado, até que sejam apuradas as denúncias de rasuras de datas no protocolo do ofício de inscrições de atletas enviados pelo ASSU.

Segundo Alexandre o jogador Anailton é legal mas devido a acusações o fato precisa ser apurado.

Baseado nestas acusações, o presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Norte-Riograndense de Futebol, Pio Marinheiro, que também recebeu toda documentação, decidiu suspender o jogo entre Assu e Potyguar-CN que seria realizado no domingo, no estádio Edgarzão, na cidade de Assu, válido pela fase de ida das semifinais da Taça Cidade do Natal, o segundo turno do estadual.

Pio disse que o jogo está suspenso até que os documentossejam analisados e o Tribunal de Justiça possa apreciar a decisão.

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Ou seja, o América já era do mesmo jeito!

Ikariam, vício sem fim

Conheçam Ikariam, um jogo gratuito e on line nos moldes de Civilization, esse é um jogo que tem se tornado uma febre em um alguns amigos próximos (6).
Não sei se vocês prestaram atenção, mas meus números de post têm diminuído de forma vertiginosa, vou lhes apresentar o motivo.
Ah, detalhe, se aprende muito o português de Portugal mesmo, a maioria dos usuários, desse jogo que é alemão, são lá de trás dos montes, opá!

Ikariam é o mais recente jogo da Gameforge. Neste jogo podes voltar atrás no tempo, conquistar terras, criares as tuas tropas, gerir toda uma população.

Como jogar:

Tutorial do Jogo - A Tua Cidade

No início do Ikariam possuis um pequeno e fértil pedaço de terra numa costa de uma ilha verdejante.

Será que consegues tornar esta pequena aldeia numa Capital de um poderoso império? As seguintes páginas dar-te-ão uma ideia geral de como o conseguires.

Tutorial do Jogo - Recursos

Existem cinco recursos distintos distribuidos pelas ilhas:
Material de Construção, Vinho, Mármore, Cristal e Enxofre.

Durante todo o jogo vais Materiais de Construção - contrata trabalhadores a fim de obter Materiais de Construção e expandir os Depósitos de Recursos em conjunto com os outros jogadores na ilha!

Tutorial do Jogo - Construção

Depois de tratares do abastecimento de recursos básicos, poderás começar a ampliar a tua cidade.

1. Na Academia poderás fazer muitas descobertas maravilhosas.
2. Com o Quartel poderás instruir tropas.
3. Ao construir um Porto Comercial e Barcos de Carga poderás trocar recursos com outros jogadores.



Tutorial do Jogo - Conselheiros

Quatro conselheiros leais estarão à tua disposição, desta forma conseguirás manter-te actualizado e manter a cabeça à tona da água.

Quando eles se iluminam significa que chegou uma nova mensagem. Desta forma conseguirás ter a mais recente informação dos teus Conselheiros.

Tutorial do Jogo - Vistas

Poderás alterar a vista do Ikariam como quiseres. Da vista do Mundo Geral à Vista da Ilha e por fim à Vista da Cidade

Agora que aprendeste as coisas mais importantes do início só precisas de te registar (é grátis!) e começar a jogar!

Maiores detalhes no Fórum

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Deixe ter vida social igual a mim e Wagner, jogue, estaremos no mundo Alpha (com Roberto, Bartus e Bruno Gustavo) e no Gamma.

Agradecimento a Wagner por transformar os e-mails da Pascan num lugar mais tranqüilo para seu usuários.

Pequenos, pequenos demais

Carl Sagan, o Cosmos e um pálido ponto azul no Universo

Por: Alexandre Inagaki

Creio que foi em um dos livros do Casseta & Planeta que foi publicada a clássica piada: "se nós já passamos por crises existenciais frente à nossa insignificância em meio à imensidão do universo, imaginem o que uma ameba não sentiria?". Lembrei dessa piada ao assistir ao vídeo We Are Here: The Pale Blue Dot ("nós estamos aqui: o pálido ponto azul"), no qual o astrônomo Carl Edward Sagan narra alguns dos pensamentos que lhe vieram à mente quando viu a famosa foto que a sonda espacial Voyager 1 tirou do planeta Terra, a uma distância de mais de 6 bilhões de quilômetros.

Pale Blue Dot, foto da 'pálida sombra azul' tirada pela Voyager 1.

Um minúsculo ponto granulado, perdido em meio à poeira das estrelas. E, como na canção pra lá de manjada de John Lennon, sem paraíso, sem países, sem religiões, sem posses. Assistir ao belo vídeo abaixo, dirigido por David Fu, com narração e texto de Carl Sagan e uma magnífica trilha sonora ("Stop Coming to My House", do Mogwai), é dessas coisas que fazem a gente parar pra pensar na condição humana e no que estamos fazendo com este surrado planeta.

O vídeo, além de fazer a gente pensar um bocado, me fez resgatar reminiscências de 1982, quando a Globo exibiu Cosmos, a clássica série de 13 episódios concebida por Sagan na qual ele convidava seus telespectadores a acompanharem-no em uma viagem no tempo e espaço, a bordo de uma astronave imaginária que explorava os confins do universo. Eu, que era um pirralho de 8 anos na época, fiquei fascinado com as histórias que aquele homem contava sobre estrelas, planetas, galáxias, quasares, constelações e toda a infinitude do oceano cósmico. Lembro até hoje do episódio no qual Sagan fala do incêndio da Biblioteca de Alexandria, uma das primeiras vezes em que constatei a sabedoria da frase cunhada por outro cientista, Albert Einstein: "Somente duas coisas são infinitas: o Universo e a estupidez humana. Mas não tenho tanta certeza sobre o Universo".

É significativo saber que, graças à livre difusão de informações propiciada pela internet, é possível assistir a Cosmos no YouTube. Ao mesmo tempo, não é de se admirar que tais vídeos sejam muito menos visualizados do que qualquer bobeira envolvendo a Dança do Créu ao fundo. Mas desencanai-vos; em vez de tecer tergiversações surradas sobre os fúteis interesses humanos, é muito melhor rever, mais de duas décadas depois, as imagens do primeiro capítulo de Cosmos, acompanhadas pela trilha sonora composta por Vangelis.

Como bem disse Carl Sagan, o cosmos é tudo que é, que foi, que será. Sagan, um cético que acreditava piamente na ciência, morreu aos 62 anos de idade, no dia 20 de dezembro de 1996. Embora não fosse do seu feitio crer em existência após a morte, gosto de recordar uma história que li por aí. Depois de saber que seu professor havia sido homenageado por astrônomos que batizaram um asteróide com o nome de 2709 Sagan, um de seus alunos afirmou: "O céu era seu lar. Ele finalmente está em casa".

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Suplementando:

The Beatles - Nothing's Gonna Change my World


Merda ou Banana?

Calma, leitor(a). O editor deste blog não enlouqueceu nem partiu para práticas de cropofagia coprofagia.

Há sete anos existe um espetáculo de humor em São Paulo chamado Terça Insana. Dirigido por Grace Gianoukas, ele explora a comédia stand-up, onde um ator faz esquetes de humor apenas com o microfone.

Durante sua existência, o Terça Insana já trocou de elenco 15 vezes. Um dos atores que passaram por lá foi Marcelo Mansfield.

Um dos quadros de maior sucesso protagonizado por ele é o Seu Merda. Realizado em parceria com Grace Gianoukas, mostra um marido dominado pela esposa e totalmente alheio aos acontecimentos domésticos. É hilário. Veja abaixo o vídeo do esquete gravado para o primeiro DVD do Terça Insana.


(Link do vídeo para os leitores que recebem os posts por e-mail)

Depois de quatro temporadas, Mansfield deixou o Terça Insana e partiu para um espetáculo próprio. Mais recentemente, apareceu no Zorra Total, da Globo, com o quadro Banana.

Banana é uma versão light do Seu Merda. No quadro, ele contracena com Patricia Pinho. Infelizmente, com ela, Mansfield não tem a mesma sintonia que possuía com Grace Gianoukas.

Além disso, o texto é pobre, sem graça e apela para o ultrapassado humor de bordão - algo típico no Zorra Total. Assista a um exemplo abaixo:


(Link do vídeo para os leitores que recebem os posts por e-mail)

Não sei se Mansfield tem participação nos textos. Se tem, é uma pena que tenha se rendido à fórmula do humorístico da Globo - por mais que todas as pessoas tenham contas a pagar. Se não tem participação, deveria, pois é um roteirista de primeira linha.

Pelo horário em que é exibido, o Zorra Total poderia utilizar “merda” sem nenhuma restrição. Afinal, o termo já foi ouvido em novelas e minisséries da TV. A troca de um simples termo, aliado à falta de sintonia entre os atores e ao texto pobre, destruiu uma ótima idéia.

Por isso, Merda é melhor que Banana.

Fonte: Poltrona.tv

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A merda é uma merda também, mas é melhor que a merda do Banana.

sexta-feira, 21 de março de 2008

Novidades no Speed Racer

Por Mário "Fanacaticc" Abbade
20 de março de 2008
ImageUm presente do Alamaque Virtual!


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Em 1992, os estúdios da Warner Bros. deram a largada no projeto de trazer o clássico desenho animado Speed Racer para o mundo do cinema de carne e osso (e motores e pneus). A bandeira quadriculada só será acenada em 9 de maio, estréia mundial (incluindo no Brasil) do filme dirigido pelos irmãos Larry e Andy Wachowski. Entretanto, um pit-stop (ou melhor, exibição prévia inacabada), foi realizado nos EUA – e tivemos acesso ao material como também um encontro com parte do elenco. Foi uma prévia da vinda dos atores principais do filme ao Brasil, que desembarcam por aqui no dia 22 de abril para divulgar e falar sobre o longa-metragem.

O que salta da tela em alta velocidade é uma aventura retrofuturista que mistura toda a mitologia da animação dos anos m60 com a necessidade de criar um espetáculo para toda a família, evitando temáticas mais adultas ou potencialmente polemicas. As cenas são saudosistas. Há o enigmático Corredor X, Gorducho e Zequinha escondidos na mala do Mach 5, Trixie acompanhando a corrida em seu helicóptero rosa, carros insanos protagonizando manobras radicais e o Mach 5 saltando sobre obstáculos.

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O roteiro não investe num lado sombrio ou realista. Também não espere diálogos profundos. O produtor Joel Silver (parceiro dos irmãos diretores da trilogia Matrix e V de Vingança) queria um filme que pudesse ser visto por todo o público. Para isso era necessário limar violência, sangue e palavrões. Características pouco associadas ao trabalhos anteriores dos Wachowski. – Nosso objetivo foi manter a espinha dorsal dos episódios com os mesmos maneirismos visuais e narrativos, mas com uma estética moderna, coerente com a transformações tecnológicas do mundo atual - explica Larry Wachowski.

Speed (Emile Hirsch) é um jovem piloto comum instinto natural para o automobilismo. O filme começa com o rapaz em seu vestiário a poucos instantes do início de uma corrida. Num flashback, sua fantasia infantil de ser um corredor de sucesso toma vida. O objetivo de Speed é vencer The Crucible, um rally que, anos atrás, tirou a vida de seu irmão Rex. Apoiado por sua namorada Trixie (Christina Ricci), Speed entra na prova ao lado de seu antigo rival, o Corredor X (Matthew Fox). – Em comparação com o desenho, é todo um novo universo criado pela mente insana dos Wachowski. Eles são peritos em inventar mundos singulares – diz Hirsch, visto em filmes como Natureza Selvagem (em cartaz no Brasil).

O ator arrisca uma definição mais específica: - É uma combinação da obra de Andy Wahrol com a estética, por exemplo, o clássico Blade Runner.

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O clima de “aventura familiar” perpassa o longa. Speed é leal ao negócio da família, comandado por seus pais Pops (John Goodman) e Mom Racer (Susan Sarandon). Pops criou o Mach 5, um carro repleto de equipamentos. O outro vértice do clã é o Corredor X, que pode – ou não – ser o irmão desaparecido de Speed. – X é o lado sombrio do segredo. O cavaleiro mascarado que irá dividir o espaço com o Speed. Com certeza vai conquistar uma outra parte do público – conta Matthew Fox, mais famoso como o Jack da série de TV Lost. – Meu filho tem 6 anos e, quando me viu vestido com o uniforme e a máscara, achou que tinha virado um super-herói!

Christina Ricci não usa máscara no filme. Mas acredita que seu personagem, também será uma heroína para o público feminino: - Trixie é a resposta feminina ao Speed e ao Corredor X. Ela luta kung fu, é uma ginasta, sabe pilotar carros e helicópteros. Faz isso tudo sem perder a feminilidade e sem borrar o batom.

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A corrida da Warner para pôr Speed Racer no cinema foi repleta de derrapadas. De 1992 para cá, vários atores e diretores se associaram e foram dispensados do projeto. Em 1994, o cantor Henry Rollins foi convidado para interpretar o Corredor x. No ano seguinte, foi a vez de o ator Johnny Depp aceitar o convite para personificar Speed, sob a direção de Julian Temple.

A equipe debandou e o estúdio considerou entregar o projeto para Gus Van Sant (que recusou por não poder escrever o roteiro) e Alfonso Cuarón (com J.J. Abrams, criador de Lost, como roteirista). Até o ator Vince Vaughn, fanático pelo desenho, pôs-se à disposição para reescrevera a trama – e interpretar o Corredor X.

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Com os Wachowski, as filmagens começaram em fevereiro de 2007, em estúdios na Alemanha. O longa foi registrado em tela verde por causa dos efeitos especiais inseridos na pós-produção, que deram o tom hiperrealista do filme. Foi a primeira vez que os diretores usaram uma câmera digital de alta definição que recebeu modificações – para deixar objetos em primeiro plano e o cenário de fundo, ambos em foco. Isso garantiu uma aparência de animação ao filme.

Ao volante do Mach 5, porém, Hirsch teve um trabalho nem um pouco virtual diante da câmera. _ Colocaram um grande braço mecânico preso no meu assento que era controlado por técnico através de um joystick. Parecia que estava num touro mecânico movido a anabolizantes.

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Para o ator, o esforço valeu a pena, pela chance de viver um personagem que o acompanhou pela infância através das reprises na TV. – A música do desenho gruda na cabeça. Toda vez que colocava no som do meu carro me dava um vontade louca de correr pelas ruas. Tive que evitar isso, para não bater em um poste.

Essa sensação está garantida para o público, já que os Wachowski adquiriram os direitos em usar os efeitos sonoros e a música tema do seriado.

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Ando meio de orelha em pé, tá muito coloridinho!

quinta-feira, 20 de março de 2008

Novela um mal desnecessário

Enredos e tramas previsíveis? Muito mais previsíveis são os danos causados por essa praga, que há décadas vem acorrentando espectadores aos pés das televisões, ditando moda e distorcendo valores.

Mais cedo ou mais tarde virá uma nova novela das oito. A equipe do Cenas-do-Cotidiano, em um incrível furo de reportagem, conseguiu uma entrevista exclusiva com o autor, que por motivos ainda desconhecidos, entregou de bandeja vários detalhes exclusivos dessa nova trama, que certamente vai prender você e seus familiares na poltrona por meses a fio...

Na base do enredo, haverá uma família rica, poderosa e influente, já que isso não pode faltar. Ocasionalmente, serão também retratadas pessoas “comuns”, embora os diretores conheçam muito bem a preferência dos telespectadores por cenários pomposos, ao invés de oficinas mecânicas e seus funcionários sujos de tinta guache. O patriarca da família rica será um poderoso executivo de uma mega empresa qualquer, cheia de dólares nas ilhas Cayman. O ramo de atuação da empresa não ficará claro para o público, mas seja lá qual for, ela será comandada com braço de ferro pelo poderoso figurão, sempre impecavelmente trajado. Todas as transações retratadas serão realizadas em dólar, já que nesses ambientes não haverá espaço para a moeda tupiniquim.

O figurão logicamente terá uma filha muito bonita, que invariavelmente vai se apaixonar por algum rapaz “humilde”, muito fofo, com cara de teletubie. E como isso vai acontecer? Bom partido evidente, a mocinha já estará prometida em casamento ao filho de outro aristocrata qualquer, cuja identidade não virá muito ao caso. O sujeito, típico mauricinho boa pinta, será malvado, muito malvado. Apesar de já defecar dinheiro, vislumbrará o casamento como um meio de pôr as mãos na bufunfa do velho sogro. A maneira indiferente e insensível do filhote de burguês tratar a mocinha, fará com que ela, já cabisbaixa, passe a prestar atenção ao menino bonzinho com cara de teletubie. O moço vai passar 358 capítulos ciscando o território, sendo vítima de inúmeras tramóias arquitetadas pela mente malévola do namorado oficial, até que, no antepenúltimo capítulo, vai acabar tirando uma casquinha da beldade, chutando de vez bunda do ex-futuro esposo para escanteio.

Em outro canto da vizinhança, um casal vai quebrar o pau regularmente em intervalos pré-definidos pela preferência nacional. Lá pelo vigésimo quinto capítulo irão se divorciar. A mãe vai acabar tendo um caso com o primo da cunhada, o mesmo que acompanhava seu marido nas inúmeras baladas que ele freqüentava às escondidas. As escapadas do marido, em algum ponto obscuro de um passado longínquo, geraram um filho bastardo, que cresceu acreditando ser filhote de chocadeira, resultado de um acidente de laboratório durante as pesquisas do Projeto Genoma. O filho bastardo descobre que não é apenas um filho da mãe, mas que também tem um pai afinal de contas. Vai descobrir também que sua namoradinha de infância, com quem dava altos amassos no pátio da escola é, na verdade, sua irmã.

Nesse ponto, a trama dará uma reviravolta e se encaminhará para seu desfecho. A menina rica se casará com o cinderelo, em uma cerimônia coletiva, junto com mais dois terços do elenco, todos sob regime de separação de bens. O burguesinho traído passará a lavar pratos em um restaurante chinês na Baixada Fluminense, após a fortuna do seu pai evaporar com uma súbita queda da bolsa de Tóquio. O ex-filho de chocadeira, diante do choque causado pela revelação de seu passado negro, muda-se para as ilhas Galápagos, onde funda uma nova seita religiosa, passando a pregar a libertação dos dragões de komodo e das tartarugas gigantes.

E assim terminará mais uma linda história de amor.

O ministério da saúde adverte:

1- Assistir novelas causa sérios danos à integridade mental. Aprecie com moderação, ou de preferência, abstenha-se.

2- Leve a sério o aviso acima, não se trata de ironia ou piada.

3- Não caia na papagaiada de que novela retrata a realidade. As pessoas interpretam o que assistem como sendo realidade, e passam a considerá-la como tal, e não o contrário.

4- Moleques inconsequentes criados por pais bananas não chegam a lugar algum. Em algum ponto de suas vidas serão removidos do tacho pela escumadeira que recolhe a escória.

6-Famílias desestruturadas e desmoralizadas geram jovens acéfalos que irão surrar mendigos e empregadas domésticas em pontos de ônibus. Depois ninguém vai entender como universitários de boa família foram capazes de tamanha barbaridade.
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Não assista nem da Globo, nem de emissora nenhuma.

Acelera Rubinho, mas não no sinal vermelho

Fonte: Kibeloco
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Pessoal, ele é dautônico, coitado!

O Homem dos Mistérios de Deus

Você está com problemas?

Não se desespere.

Missionário Ronildo Peçanha é a solução!
Chuck Norris que se cuide. Ou não.
Esse cara deve ser bom mesmo. E não estou me referindo ao alegado poder de cura e tampouco à ressuscitação de um time inteiro de futebol, mas sim ao fato do Missionário ter visitado... 200 países!!!
Não é nada, não é nada... são 7 a mais que o número de representados pela ONU.
Não é pouca merda, não.
Fonte: Kibeloco
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Quero ver ele conseguir ressuscitar o América, aí eu digo que ele é bom.

terça-feira, 18 de março de 2008

O sucesso do palmito e da banana no Rio de Janeiro



Palmito e banana rendem uma experiência vitoriosa no Rio de Janeiro

Investir em pesquisa de materiais provenientes de recursos naturais renováveis é o principal objetivo da parceria firmada, desde 2004, entre a Incubadora de Design da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e a agência de design Fibra Design Sustentável. A experiência, segundo Bruno Temer, um dos sócios da Fibra, vem dando certo e dois produtos já foram desenvolvidos pela agência: o compensado da Pupunha e o BananaPlac.

(Fonte: Angélica Paulo e Débora Motta / JB Online)

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Imagino o tipo de experiência. Loucura!

Cantar faz bem ao humor


Especialistas garantem que 'quem canta, seus males espanta'

Cantar não é apenas uma das formas de expressão mais antigas do ser humano, mas também pode curar muitos males, garantem cada vez mais médicos, que recomendam a prática do canto com regularidade, embora os estudos sobre seus efeitos benéficos do canto sejam recentes.

Até pouco tempo atrás, não existiam estudos científicos a respeito do assunto, mas resultados de pesquisas recentes confirmam inclusive que cantar deveria ser receitado pelos médicos, afirma a doutora Gertraud Berka-Schmid, psicoterapeuta e professora da Universidade de Música e Artes de Viena.

A especialista critica pais e professores que tentam proibir as crianças de cantar porque 'não sabem', pois assim as privam de sua capacidade de 'personificação' e o acesso à experiência do som.

"Isso faz com que a consciência da personalidade mude, reduzindo seu desenvolvimento, porque poder levantar a voz, ser ouvido, ser reconhecido e aceito é de importância vital para um ser eminentemente comunicativo como o ser humano', afirma Berka-Schmid em declarações à revista de medicina austríaca 'Medizin Populär'.

"Cantar é a respiração estruturada', afirma a médica, explicando o efeito fisiológico da respiração abdominal - a mais profunda -, que prevalece quando se canta e que se transforma em massagem para o intestino e em alívio para o coração.

Além disso, garante a doutora, essa respiração fornece ar adicional aos alvéolos pulmonares, impulsiona a circulação sanguínea e pode melhorar a concentração e a memória.

Na opinião da especialista, cantar é um ótimo remédio para os males específicos do nosso tempo, porque equilibra o sistema neurovegetativo e reforça a atividade dos nervos parassimpáticos, responsáveis pelo relaxamento do corpo.

Cantar gera harmonia psíquica e reforça o sistema imunológico, importantes frente a problemas tão freqüentes hoje em dia, como os transtornos do sono, as doenças circulatórias e a síndrome de burnout - a exaustão emocional.

As conseqüências de um estímulo nervoso excessivo são típicas dos tempos atuais, afirma a especialista: as pessoas não agüentam os próprios impulsos, se isolam, se bloqueam e paralizam ou acumulam agressividade.

Através da voz, o ser humano é capaz de expressar seus sentimentos de tal maneira que pode se desfazer de uma série de más sensações.

Em algumas ocasiões, isso não é possível apenas falando normalmente e, por isso, o canto desempenha um papel essencial.

Lembrando o ditado 'quem canta, seus males espanta', não há diferenças em cantar sozinho, em dupla, em coro ou no banheiro, assim como não importa se a pessoa desafine, garante Berka-Schmid.

O corpo é o instrumento de que dispomos para nos comunicar e jogar fora a ira acumulada. A respiração varia de acordo com as emoções, pois quem está agitado, por exemplo, tende a respirar de forma diferente daquele que se encontra triste.

Na prática, observou-se que pacientes com Mal de Alzheimer, graças a uma música conhecida, recuperaram algumas lembranças, e pessoas que sofreram apoplexia conseguiram voltar a falar através do canto, segundo a especialista.
(Fonte: JB Online)

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Mandar alguém tomar no ***ú acalma mais.

 
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