Eu não escrevo para pseudo-intelectuais. Escrever para a massa é o que me dá energia. E não é o macarrão.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Sina das Adaptações
Sempre imaginei determinados jogos nas telonas. Talvez nem precisasse, mas o fato de assistir algo baseado num game que virei noites jogando, valeria o ingresso. Infelizmente, um dos únicos jogos que foram bem adaptados foi “Silent Hill”, o qual sou fanático pela série. E olha que teve muita gente que não curtiu a adaptação…
Resumindo, as vezes estamos esperando A e acabamos recebendo B. O desenho abaixo, extraído do site Capinaremos, resume todo esse sentimento:
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J.R.
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Homem é preso nu, alegando que era um Exterminador do Futuro
Não acredito que li isso, lisos.
Essa é para rir, mesmo. Na quinta feira passada, nos EUA, um homem foi preso por correr inteiramente nu em um cassino, sob a seguinte alegação: era um “exterminador vindo do futuro”.
Segundo a notícia, a polícia foi chamada depois que um sujeito apareceu pelado correndo próximo a um cassino chamado Stateline em Nevada. A pesar do avisos para parar, o tal sujeito adentrou o cassino correndo, e só foi parado com choques de taser após adentrar um espaço para assustar crianças que jogavam nos videogames.
Mais tarde, foi revelado que Sean Smith Stanley não era realmente um Terminator, mas estava sob efeito de maconha e LSD. Os paramédicos Smith o levaram ao Barton Memorial Hospital para tratamento, e mais tarde transportado para o Douglas County Jail, onde foi preso por acusações de exposição indecente e resistência à prisão.
Detalhe que o sujeito estava sob um efeito… digamos, “bullet time”,não? Se ele achasse que era o Superman, já era!
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J.R.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Felipe Neto, Dolph Lundgren e o diploma
Pois Bem
Dolph Lundgren só pode ser maluco. O sujeito foi aluno do Real Instituto de Tecnologia de Estocolmo, é faixa preta 3º Dan de karatê kyokushin, fala fluentemente sueco, inglês, espanhol, alemão, francês (além de ter noções de japonês e italiano), tem mestrado em engenharia química pela Universidade de Sydney, saiu da Suécia (sim, Suécia das louras ninfomaníacas bissexuais a rodo) com uma bolsa de estudos para o MIT mas larga tudo para ser ator. E fazer filmes como esse:
Cena do filme Direct Action, com Dolph Lundgren
Com excessão do boxeador mudo Ivan Drago em Rocky IV (1985), do He-Man no clássico Mestres do Universo (1987), e do Sgtº Anderw Scott em Soldado Universal (1992), a carreira cinematográfica de Dolph Lundgren se resume a atuar no papel do maior clichê do cinema americano: o herói fodão bom de briga que salva todos no final.
São personagens que reúnem todas as coisinhas já exaustivamente exploradas no cinema blockbuster. A olhadinha para trás antes da explosão, a queda-de-braço para ver quem consegue enfiar a faca no outro, “rir na cara do perigo”, ir sozinho atrás de terroristas armados até os dentes e outras coisas suuuuuper manjadas. Tudo isso somado a uma péssima atuação (até mesmo para os padrões filmes de ação). E fez sucesso.
O Felipe Neto é o Dolph Lundgren da blogosfera brasileira. Além de achar que a Jamaica é na África, os textos dele são generalistas e mais clichê do que a dúvida entre cortar o fio vermelho ou o azul da bomba. Mesmo assim, ele se diz dono de um forte senso crítico e tem a pretensão de sugerir “mundanças comportamentais” usando seu blog, o Controle Remoto. Ele tem 15 mil leitores por dia, como vocês podem ver aqui. Assim como Dolph Lundgren, Felipe Neto faz sucesso.
Que fique claro que a existência do Dolph Lundgren como ator e do Felipe Neto como blogueiro não são coisas necessariamente ruins ou viciosas para o cinema e para a blogosfera, respectivamente. Por mais que Invasão Súbita (2003) seja o campeão de locações, Festim Diabólico (1948) de Alfred Hitchcock sempre vai ser uma obra-prima, uma referência.
A mesma coisa com os blogs. Por mais que o Felipe Neto escreva porcamente sobre vaidade masculina achando que está sendo muito inovador e discorra com raivinha sobre o fato mais que óbvio de o Brasil não estar preparado para a copa de 2014, um texto como esse do Idelber Avelar sempre vai ser mais relevante. Sempre.
Dolph Lundgren e Felipe Neto atendem (e com muita competência) uma demanda bem definida: o público ignorante. Gente que acha Missionary Man o melhor filme do mundo só porque passou no Tela Quente e aplaude pseudo-análises superficiais porque não conseguem pensar além daquilo. É o ganha-pão dos dois e eles o desempenham bem, disso não posso discordar.
“E o que o diploma de jornalismo tem a ver com isso?”
Como já disse, a existência do Felipe Neto como blogueiro não me incomoda, mas como formador de opinião me preocupa. E muito. Não por culpa dele, mas sim por causa do público. O público que em geral aceita qualquer coisa e tem sua opinião formada sem se questionar, sem procurar outras referências. O público que está sucetível a QUALQUER COISA que lhes seja dita como verdade.
A não obrigatoriedade do diploma abre a porta para muitos Felipes Netos entrarem nas redações de jornais e revistas (não que isso já não acontecesse antes, ou vocês acham que Diogo Mainardi é formado?).
Muitos Felipes Netos que não precisam ser jornalistas e que agora podem conseguir uma vaga por meio de critérios obscuros para “formar opinião” em um grande veículo, que por sua vez tem seus interesses, if you know what I mean
“E o Dolph Lundgren?“, você me pergunta. Bom, ele também não precisa de diploma para atuar. A diferença é que o compromisso dele é artístico. Já o compromisso do comunicador tem que ser ético.
Isso leva a discussão para oooooutro nível, bem mais alto do que a bobagem de reserva de mercado que os ingênuos estudantes de jornalismo e os formados, sindicalizados e com DRT estão falando tanto. Esses aí, esses sim, vão precisar do diploma. E de muito mais. Não sabem de nada…
***
E o Control+JR estará de camarote vendo a guerra, vamos acompanhar.
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J.R.
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Marcadores: Leitura
Fantasma de Michael Jackson teria aparecido em vídeo
Os fãs do cantor Michael Jackson garantem ter visto um vulto estranho durante uma reportagem exibida pela emissora CNN na última quinta-feira.
» Confira o vídeo
A matéria foi realizada no rancho Neverland, em Santa Barbara, nos Estados Unidos, onde Michael Jackson viveu por quase vinte anos. A imagem foi captada no momento em que a equipe do programa comandado por Larry King visitava o local.
Próximo à lareira, um estranho vulto movimenta-se de maneira inquietante. Jackson queria ser enterrado no rancho, mas pelas leis do Estado da Califórnia isso não será permitido.
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J.R.
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