Aligator with spam
O termo Spam, usado atualmente para dizer que uma mesma mensagem foi enviada várias vezes sem ter sido solicitada, surgiu por causa de uma esquete do grupo Monty Phyton.
Em inglês Spam é uma abreviação de ’spiced ham’, ou seja, presunto apimentado.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Saiba a origem da palavra SPAM
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J.R.
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domingo, 28 de setembro de 2008
Smallville S08E02 - Plastique

É o primeiro dia de trabalho de Clark no Planeta Diário com Lois, e o par é imediatamente jogado juntos em uma história quando um ônibus explode do lado de fora do escritório. Clark regata Bette (atriz convidada Parker Kennedy), uma jovem que faz amizade com Chloe por causa de suas habilidades de meteoro. O paramédico Davis Bloom chega a Metrópolis e se sente atraído por Chloe.
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sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Vem aí, XXX Party
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No mesmo dia (11 de Outubro) em 17 cidades diferentes, inclusive em São Paulo.
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Bart Simpons fazendo escola
Tabetiano
Paulo Soares, apresentador do "Sport Center" (ESPN Brasil), costuma mandar abraços para os telespectadores que correspondem-se com o programa. Um hábito bastante comum e que geralmente passa despercebido. Exceto, é claro, quando um fã com um nome bastante pitoresco como Tomas Turbano (cuja cacofonia resulta num sorrateiro "Tô masturbando") faz contato. Aí cai na internet mesmo...
"Tomas Turbano"... no melhor estilo dos trotes de Bart Simpson para o Bar do Moe.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Eis uma notícia do caralho, um pé de pica
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Heroes S03E02 - The Butterfly Effect

Angela confronta seu bastante mudado filho Peter sobre como melhorar as coisas para uma inevitável catástrofe mundial. Sylar declara guerra à Companhia atacando-a, e descobre muito mais do que imaginava na Área 5. Durante uma devastadora batalha com Elle, doze selvagens criminosos, todos com habilidades terríveis, escapam. Enquanto isso, Claire descobre algo novo e inesperado sobre suas habilidades. Determinado a reclamar o terrível segredo de sua família, Hiro e Ando rastreiam Daphne em Paris. Após uma noite conturbada, Suresh se surpreende ao terminar suas pesquisas, e sua vida e seu relacionamento com Maya se elevam a um novo nível. Preso num lugar estranho, Matt encontra um guia que o ajuda.
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Mossoró, a Varginha Potiguar (Parte II)
Explodindo os bunkers mossoroenses
OVULUM MOSSOROENSIS
Hoje cedo em Mossoró não se falava de outra coisa senão do estranho incidente naquela fervilhante cidade do semi-árido: um ovo de ET, pesando aproximadamente 100 gramas, apareceu do nada na casa de um distinto comerciante, o Seu Concriz, que naturalmente perdeu o sossego com a multidão de curiosos que tomou conta do seu quintal. A saber, neste exato momento ocorre um animado debate entre os especialistas que se aglomeram em volta do ovo.O primeiro a pedir a palavra foi o Ufólogo, uma vez que era ele a autoridade mais credenciada no assunto. Em um tom de voz passivo e quase didático o homem esclareceu que dependendo da espécie a criatura poderia nascer somente na próxima Era Geológica, tornando inútil aquela euforia infantil, conduta perfeitamente cabível em se tratando de populares ignorantes mergulhados no senso-comum. O Ufólogo mudou um pouco o tom do discurso e passou a falar de um modo mais amigável, quando, retirando do bolso um papel amassado, leu aos presentes um comunicado; explicava que era seu desejo ter o próprio corpo congelado, para que pudesse, num futuro distante, acompanhar o nascimento do ET com a atenção que só um especialista de sua estirpe ofereceria.
Percebendo o disparate no pedido do ufólogo o cientista não se conteve e soltou uma larga gargalhada. - O pedido só não é digno de uma porta - disse - por ser Mossoró uma cidade à frente de sua época, o que poderia obviamente nutrir o ufólogo com ambições científicas; exceto, talvez, por um detalhe: Mossoró é uma cidade tão avançada, e tanto, que está a séculos de vantagem com relação a todo o restante do mundo quando o assunto é aquecimento global. Como se vê, tornamo-nos sem muito esforço, exceto por uma felicidade geográfica, a primeira chocadeira de alienígenas da Terra; e, do mesmo modo que ovos podem aqui ser chocados, é também possível que sejam fritos se expostos no asfalto ao meio-dia; o calor absurdo descarta a mais remota possibilidade de congelamento neste território em nítido estado de ebulição. - e, dito isso, o cientista soltou outra larga gargalhada de cientista louco e se abanou um pouco.
- Herege, filho de Satã! Apedrejemos o anticristo! - Gritava a fanática religiosa erguendo um volume da “Bíblia Para Radicais” [Limbo Edições, 666 páginas]. Por sorte, nenhuma das pedras lançadas pela fanática atingiu o Ovo, protegido bravamente pelo veterinário que mais tarde precisou ser levado ao setor de emergência do hospital municipal [onde acabou sofrendo uma operação de mudança de sexo por engano e teve seu nome trocado para Úrsula – um desejo pessoal]. A fanática alertou ainda sobre a sorrateira chegada do demônio que brotaria com toda a sua fúria quando chifres perfurassem a casca do Ovo. E então foi interrompida pelo jurista.
O jurista, homem racional, apaziguou a situação com um cruzado nos queixos da fanática religiosa. - Agora podemos continuar a discussão de forma democrática - falou o jurista enquanto massageava os dedos. - Algumas questões muito me intrigam neste caso, continuou. - Se o “alienígena” nascido em solo terrestre, como tende a ser o caso, como deveríamos então nos referir a esta criatura inominável? De alienígena, certamente não; porque para isso ele deveria atender básica a premissa de nascer fora do nosso planeta. Seria ele então uma besta icorrigível, um estrangeiro, imigrante ilegal? Ou o adotaremos como filho de nossa pátria conferindo a ele todos os direitos e deveres que nos são oferecidos, admitindo assim a criatura como uma cidadã mossoroense? Poderia a besta votar e eleger seus líderes, exercendo sua plena cidadania? Dito isso, alguém toma a frente; era um político.
Alheio ao discurso do político estava o obstetra, profundamente obcecado no processo de amolar um bisturi num pedaço de pedra. - Cesariana. - respondeu obstetra, por mais que ninguém houvesse lhe feito pergunta. - Basta uma incisão superficial, de maneira a não comprometer a estrutura citoplasmática do óvulo e teremos uma visão mais precisa do estado de gestação do feto, se assim podemos chamar este filho de chocadeira. E então, como selando um acordo, o obstetra rasgou o ar com golpes violentos de bisturi, fazendo zunir um zunido agudo e gritar desesperadamente um curioso que observava a tudo perto demais.
- Minha orelha! - gritou o curioso enquanto procurava algo no chão. - Sem ouvidos estou arruinado! Arruinaaaado! – e então colheu um pedacinho misesável de carne no chão, alguma parte do que um dia foi sua orelha esquerda, e fugiu em disparada.
A violência com que o obstetra partiu a orelha do curioso deixou o gourmet profundamente chocado [ao contrário do ovo alienígena, que permanecia incólume], de modo que o homem decidiu intervir. - Calma, calma, foi apenas um acidente envolvendo uma lâmina afiada - amenizou o Gourmet se, aproximando do ovo. - E depois, não podemos fazer omelete sem quebrar uns ovos, não é? - O gourmet, que estava mais para comediante ruim, recebe do público somente um silêncio constrangedor. - Pois bem, o meu forte é a cozinha, re-re. Que tal aproveitarmos este evento raríssimo para fazer de Mossoró um destino gastronômico obrigatório? Faremos dos ovos a bandeira da nossa culinária típica. E se me permitem, adianto que minha especialidade são ovos; ninguém os prepara melhor que eu. Cozidos, mexidos, fritos… até mesmo omeletes. Sim, com sal e manteiga na medida certa podemos fazer um milagre com ovos. - Mais uma vez o gourmet recebeu um silêncio constrangedor do público. Procurando por alguém que lhe apoiasse, tentou identificar o político na multidão, mas ele já havia ido embora.
Assim, com cada um dando sua opinião, o dia segue sem muitos avanços. O sol percorre o céu mossoroense de lado a lado, enquanto torra em terra a paciência de todos: dos especialistas, de Seu Concriz e até mesmo a nossa. Lá pras seis da tarde a noite cai.
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Mossoró, a Varginha Potiguar
O ovo de ET Mossoroense
O jornal “O Mossoroense” da última quinta-feira noticiou a queda em Mossoró de um “ovo de ET” e agora não se fala em outra coisa na cidade. Todos os setores da sociedade mossoroense têm se manifestado a respeito do insólito e cósmico acontecimento. O descobridor do objeto, um poeta local, tem recusado propostas milionárias de excêntricos empresários do petróleo de olho no artefato espacial.
Alguns empreendedores rurais pensam em chocar o ovo e iniciar uma nova cadeia produtiva com a criação de ETs em cativeiro e a importação da carne para todo o Brasil, exterior e até mesmo outros planetas. A carne e os ovos da aliencultura têm potencial para gerar mais dividendos para cidade que a caprinovinocultura, apicultura e fruticultura juntas.
E por falar em cultura, a Fundação Municipal já idealiza o “Auto do ET”, que vai narrar a história de luta de um povo contra a tirania extraterrena que tentou se impor frente à terra da liberdade. O espetáculo trará a atriz Tony Silva no papel da líder da resistência, terá texto de Tarcísio Gurgel e a música de Danilo Guanais será inspirada em “Contatos Imediatos do Terceiro Grau”. A direção deverá ser de Steven Spielberg (ET) ou do M. Night Shyamalan (Sinais).
A Prefeitura afirmou que o “Auto do ET” vai atrair turistas, gerando divisas para a cidade, aquecendo o setor turístico de Mossoró, movimentando a economia e criando emprego e renda para os mossoroenses. Os comerciantes e gerentes de hotéis estão muito entusiasmados com o novo evento.
Algumas entidades defensoras de direitos civis também têm se manifestado a respeito do “ovoni”, ops!, quer dizer OVNI. Os órgãos defendem que, se o ovo for chocado em Mossoró, o ET será tecnicamente um cidadão mossoroense e não um extra-terrestre, gozando portanto dos plenos direitos conferidos a um cidadão brasileiro.
Façamos então uma projeção do que pode acontecer. Digamos que o ET, ou melhor, o não-ET tenha o seu ovo chocado e se adapte perfeitamente ao clima do semi-árido, muito parecido com o encontrado em seu desértico planeta. Ele cresceria rápido graças às propriedades catalisadoras do desenvolvimento que as águas termais teriam sobre o seu organismo, fazendo com que em poucos meses, ele atingisse a aparência de um adulto. Ele aprenderia a falar português e convocaria uma entrevista coletiva, provocando grande expectativa junto à população.
Na data marcada, a imprensa toda reunida, autoridades presentes, a governadora viria de Natal e os rumores de que o presidente poderia baixar na cidade a qualquer momento não paravam. Inclusive, a presença do presidente seria importante caso o ser espacial exigisse como nos filmes: “Levem-me ao seu líder”. Alguns produtores de Holywood se fariam presentes para viabilizar a produção de um filme do “Arquivo X” todo produzido em Mossoró. Inclusive, Moacy de Goes poderia ser o diretor e certamente escolheria o Padre Marcelo Rossi para interpretar o ET.
O Teatro municipal seria pequeno para tanta gente, todos dispostos a ouvir o que o ilustre filho da terra de origem galáctica teria a dizer. Ele então, subiria ao palco, contemplaria a multidão silente e ansiosa e faria uma revelação bombástica: “Meu nome é Sxjrkrtdstbtkrt Rosado.”
Porque têm coisas que só acontecem no País de Mossoró.
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