Right choise!
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Japão surpreendendo mesmo sem tentáculos
Se por um lado o povo japonês tem que conviver com tarados fotografadores de calcinhas, otakus ensandecidos, Godzilla, Satã Goss e o Dr Gori destruindo Tóquio toda semana, por outro lado temos a indústria de construção civil mais próspera do planeta.
Na verdade o Japão não é só tentáculos, e mesmo atitudes que não tem nenhuma relação com japinhas vestidas de colegial ou a maior orgia do mundo podem surpreender -e positivamente- nós, demônios ocidentais.
Vejam por exemplo esta imagem feita pelo Gabriel Shiguemoto, em Tóquio:
Não deu pra ver? Eu amplio:
Isso mesmo. O cara está esperando o busão, despreocupado, lento hentai no celular, com um iMac de 24 polegadas zero Km do lado.
Lembrem-se, embora você ache pelo lixo coisas como Vaios, celulares e a Cápsula Beta, mesmo no Japão um iMac é caro.
Segundo o Gabriel um iMac desses custa, na terra do sushi por volta de R$3.500,00. No Brasil, R$7.500,00 no modelo mais barato.
Você consegue imaginar isso no Brasil? Acho que nem se o cara fosse o Jaspion ele conseguiria chegar em casa com o computador.
Agradecimentos ao Gabriel, do excelente A Viagem de SHIGUES pela permissão de uso da imagem.
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Aprenda o contágio da Gripe Suina com José Serra
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Crie filmes 3D online e sem trabalho
Cardoso desempregando
O brinquedo é o XtraNormal, um serviço para criar filmes com avatares pré-renderizados, com direito a múltiplas câmeras, movimentação, cenários e sintetização de voz (inclusive em português).
Na versão gratuita dá para fazer filmes com um ou dois atores, mas mesmo nessa os recursos são bem legais. Não é algo que vá produzir o próximo Red vs Blue ou algum outro clássico do Machinima, mas 90% dos podcasts que conheço ficariam bem melhores se usassem os recursos desse site.
Abaixo um teste rápido que fiz com o texto da notícia do Stallman na Paraíba:
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terça-feira, 5 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Entrevista de J. J. Abrams sobre o filme Star Trek
Criador de séries como Alias, Lost e Fringe (além de Felicity), J.J. Abrams se lançou no cinemão hollywoodiano de cabeça, encarando logo de cara a já conceituada franquia Missão: Impossível, quando fez o terceiro filme da série estrelada por Tom Cruise. Mas isso não é nada perto do desafio de fazer o décimo primeiro filme de Jornada nas Estrelas. Aliás, não apenas um novo filme, mas um novo início para a cultuada série, que estava caindo pelas tabelas depois de anos de maus tratos.
Provando mais uma vez que além de talento tem uma ótima visão na hora de escolher o elenco e as pessoas com quem trabalha, J.J. Abrams está agora relançando a franquia, rebatizada pelo seu nome original: Star Trek.
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Vídeo de combate de Batman Arkham Asylum
Faltando apenas um mês para o lançamento lá fora de Batman: Arkham Asylum, o ciclo de trailers e teasers que apresentam os vilões do jogo já são tantos que estava na hora de uma novidade: o combate.
Num vídeo de gameplay fantástico, são demonstrados vários movimentos que comprovam que o nosso Homem Morcego é um artista marcial de primeira.
São movimentos e golpes inacreditáveis que lembram os filmes de Tony Jaa.
Confira:
Batman: Arkham Asylum sairá para PC, PS3 e XBox 360. O lançamento é dia 9 de junho lá fora.
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domingo, 3 de maio de 2009
Heroes um total fracasso?
Heroes estreou na TV com a promessa de ser o novo LOST. Admito com a maior cara lavada do mundo, eu fui um dos que se deixaram levar pelas frases de efeito como “Save the Cheerleader, Save the World“. Entretanto, a série tinha muitas fragilidades em sua fundação. O que pareciam mistérios insolúveis ou mensagens escondidas eram simples buracos no roteiro. O misterioso passado de alguns personagens sequer existia, e todas as conexões implícitas entre eles eram apenas remendos mal-feitos. Faltou planejamento, sobrou ambição e deu no que deu: hoje a série é sinônimo de roteiros ruins.
Mas vocês me conhecem, né? Eu sou um BELIEVER e, mesmo quando a série é ruim, gosto de ver até o fim. Talvez, no fundo eu tenha uma pequena esperança de que a antiga empolgação retorne. Talvez eu seja maluco, mesmo. No caso de Heroes, parecia que a esperança era vã - a cada novo volume, novos derrapes, novos remendos porcos e tudo parecia ficar cada vez pior.
Vol. 3 - Villains
O volume 3 - Villains (não se esqueça de que a terceira temporada foi dividida em 2 partes) tinha uma premissa interessante. Dentro de cada herói, há um vilão, e vice-versa. Vimos Sylar ficar bonzinho, Peter virar o vilão e Mohinder o Brundle Mosca. Mas, conforme os episódios foram passando, nenhuma das pontas soltas parecia se resolver. Pelo contrário, a história virou um balaio de gato onde nem mesmo os roteiristas pareciam saber o que estava acontecendo. Primeiro, Sylar também era um Petrelli. Depois, não era mais. Um futuro maluco onde todos tinham poderes nunca chegou perto de acontecer, novos personagens surgiram a torto e a direito sem ninguém entender o motivo. E quando tudo parecia perdido, surge um novo e poderoso vilão: o pai dos Petrelli, Arthur. Aí, fedeu!
Arthur e Linderman nos quadrinhos…
Segundo a própria mitologia da série, criada nos quadrinhos on-line, Arthur Petrelli havia fundado a Companhia junto com Linderman. O primeiro não tinha poderes, o segundo, podia curar as pessoas. A terceira temporada simplesmente ignorou isso, e estabeleceu que Arthur não só tinha poderes, mas era quase um semi-deus, com os poderes de todos aqueles que tocava. Foi uma confusão só, o vilão morreu no final e a série estava mais desacreditada do que nunca.
… Linderman e Arthur na série. Origem nadaver.
Vol. 4 - Fugitives
Com a demissão de Jeph Loeb e a volta de Bryan Fuller, criador de Pushing Daisies, parecia que as coisas finalmente voltariam pros eixos. Fuller produziu boa parte dos episódios da primeira temporada e também escreveu alguns, não por acaso, os melhores, como Company Man. Mas ele sabia do tamanho da cagada deixada por Loeb, e prometeu que as coisas melhorariam - com o tempo.
E foi o que aconteceu. Tudo começou meio maluco, com os poderosos sendo capturados pelo governo enquanto Sylar saiu numa caçada sem pé nem cabeça em busca do pai. O fato de Peter não ter mais todos os seus poderes, somente os da última pessoa com que teve contato, e Hiro não viajar mais no tempo, deixou as coisas um pouco mais palpáveis. Já Matt Parkman podia pintar o futuro, Mohinder tinha super-força e Nathan era o grande vilão por trás do governo.
Demorou, demorou, mas aos poucos pudemos ver uma melhora. Personagens inúteis morreram ou deixaram de aparecer, como Daphne, Tracy e Mohinder. Muitas concessões foram feitas, e a origem da Companhia foi novamente alterada: agora ela havia sido fundada por Angela Petrelli, Charles Deveaux e Linderman. Ok, a essa altura do campeonato, o que vier é lucro. E Sylar finalmente voltou a ser um vilão badass.
Sylar salvou a temporada
Foi graças ao vilão que os últimos episódios foram tão empolgantes. Sem Peter Petrelli para fazer frente aos seus poderes, ele roubou a cena no final da temporada, e os heróis finalmente tiveram que se unir para derrotá-lo. Mas é claro que nem tudo foi perfeito. No último episódio fica clara a falta de grana para fazer os efeitos especiais da luta entre Nathan, Peter e Sylar, que ocorre vergonhosamente por trás de uma porta. Mas para uma série que estava tão desacreditada, até que o final foi bonito. Nathan finalmente morre de verdade (acho), e, para substituí-lo, Matt Parkman faz uma lavagem cerebral em Sylar, que assume a identidade do irmão de Peter. Achei isso bem bacana, finalmente uma mudança (aparentemente) permanente no status de um personagem. E agora não temos mais ninguém capaz de viajar no tempo e desfazer o que foi feito.
Parece que as coisas agora têm tudo para melhorar. Existe uma nova Companhia, formada por HRG, Mamma Petrelli, os filhos e a neta. Peter tem menos poderes, Nathan/Sylar é uma bomba relógio e Tracy virou vilã. Será que o próximo volume Rendemption, fará jus ao nome? Aguardemos!
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J.R.
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Déééééu
Ah, isso é mentira vai. Fala que é fake, que foi feito por alguma pessoa pra tirar uma onda. A Dell não fez isso. Claro que não, nunca faria. Tenho certeza.
Fez mesmo? Conseguiu ser pior do que aqueles infomerciais terríveis que passam na TV? A Microsoft se mata para dizer que PC é cool, gasta milhões para mostrar que PC é melhor que os Macs da Apple, e a Dell faz isso?
Prepare-se para níveis de vergonha alheia nunca antes atingidos na história da propaganda brasileira, quiçá, mundial.
| UPDATE 20h26: É real. Criação da Wunderman.
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J.R.
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