quarta-feira, 25 de março de 2009

WHO WATCHES THE WATCHMEN?

Watchmen

terça-feira, 24/março/2009

Quis custodiet ipsos custodes?”
Juvenal, poeta romano, século I

A pergunta “o que vai ser dos filmes de super-heróis depois de ‘Watchmen’?” é totalmente pertinente. Dito isso, passemos aos comentários.

“Watchmen” é uma das revistas em quadrinhos mais celebradas entre os iniciados. Tem um enredo complexo, repleto de subtextos, histórias paralelas que se cruzam, dados complementares, personagens com vidas entrelaçadas. Pra você ter idéia, o volume completo da história tem mais de 400 páginas. É muita coisa, principalmente quando se trata de uma trama de super-heróis. Escrita com Alan Moore na década de 80, carregou por anos a pecha de ser “infilmável”. Até 2009.

Zack Snyder, mesmo diretor da adaptação de “300”, fez mágica. Simplificou o enredo, cortou histórias paralelas, centrou-se nos personagens mais importantes da trama e fez um filmaço.

A história se passa num mundo em que os super-heróis realmente existem. Mas não do jeito que conhecemos. São, na verdade, pessoas comuns que passam a fantasiar-se com roupas coladas e coloridas para sair às ruas combatendo o crime. Em meio a este cenário, um assassino de heróis surge, matando de maneira engenhosa membros desse estranho grupo da sociedade. Paralelamente a isso, vemos a Guerra Fria entre EUA e URSS (fato histórico mais importante da década de 80) evoluir lentamente para um conflito nuclear que pode dizimar toda a humanidade. As duas tramas, apesar de díspares, podem estar diretamente relacionadas.

“Watchmen” (o filme) expõe para platéias mais amplas questionamentos que a HQ já vinha fazendo aos iniciados há algumas décadas. Já pensou se os super-heróis realmente existissem? Que usos os governos fariam desses combatentes altamente treinados? Que prejuízos morais causaria a interferência das empresas nesse mercado? Qual o impacto que essas figuras teriam sobre a cabeça das pessoas? Como a sociedade se comportaria diante de eventuais erros dos mascarados? Que participação a imprensa teria sobre a construção de ídolos e a subseqüente destruição da imagem deles? E o mais importante: sendo pessoas comuns, quem garantiria que a moral deles seria completamente correta? Como se pergunta logo no início do filme: quem vigia os vigilantes?

Com excelentes atuações e efeitos especiais impressionantes, o filme tem o grande mérito de conseguir com que uma história de adultos em roupas de lycra tentando salvar o planeta soe plausível. Além disso, outro grande problema é solucionado com maestria: a ameaça de uma guerra nuclear entre URSS e EUA. Explico: a HQ foi publicada em plena Guerra Fria. Portanto, na época, a ameaça do conflito ideológico evoluir para uma guerra real era iminente. Hoje em dia, essa ameaça não existe mais. Mas o diretor tira proveito de tragédias reais para dar força ao seu conflito fictício. E faz isso de uma forma muito competente.

Outra boa notícia é que para os fãs ferrenhos, que leram a HQ, esperaram pela adaptação e sabem de cor cada uma das passagens do gibi, o filme não decepciona. Apesar dos cortes nas histórias paralelas, de certa forma todos os personagens estão ali. Claro, não vou estragar a surpresa. Mas pra quem leu a revistinha e ainda não viu o filme, um aviso: vale a pena, porque o final é diferente. Apesar de igual.

Por fim, só devo comentar que mordi minha língua quanto à classificação do filme. Cheguei a dizer que era um absurdo ser proibido para menores de 18. Errei. O diretor manteve todos os elementos do gibi (incluindo a violência explícita). Acertou. Pra quem lê gibi, dá nervoso ver que Wolverine, nas adaptações pro cinema de X-Men, quase nunca usa suas garras para matar os oponentes. Em “Watchmen”, nenhum dos heróis tem esse puritanismo. E tome sangue.

Depois que você assiste a esse excelente filme, fica difícil engolir os padrões morais de Superman ou a aversão a armas de Batman. “Watchmen” desglamouriza completamente o mundo dos super-heróis. Nada é heróico na história de Alan Moore. E a fidelidade com que foi adaptado à tela grande – com diversos diálogos diretamente transpostos da HQ pro roteiro de cinema – faz a gente pensar: e agora, super-heróis, como é que vocês vão conquistar nossa confiança depois de tudo que vimos? Ou, em outros termos: quem vigia os vigilantes?

Patrício Júnior

Trailer de A Era do Gelo 3

A Fox divulgou um novo trailer de A Era do Gelo 3. É a primeira prévia completa, repleta de dinossauros, gosmas várias e, claro, o esquilo Scrat. Assista:


// Взято с filmz.ru — Настоящее кино

O brasileiro Carlos Saldanha, co-diretor do primeiro filme e diretor do segundo, retorna para assinar Ice Age 3: Dawn of the Dinosaurs, agora com tecnologia 3-D (para ver com óculos especiais). A produção da Blue Sky Studios e da Fox Animation estréia em 1º de julho de 2009.

terça-feira, 24 de março de 2009

segunda-feira, 23 de março de 2009

Até a FIFA sabe disso

A mais antiga conspiração tucanesca.

Até a Fifa já sabe que o território onde teoricamente ficaria o estado do Acre é como uma fase 3D do Master Sistem.
De acordo com o anúncio da entidade máxima do futebol, a cidade de Rio Branco, que seria a capital do "estado fantasma" fica naverdade em Roraima. Veja o gráfico abaixo:

Crossover de Family Guy com Bones

Crossover entre séries é muito comum, onde personagens de uma série fazem participações especiais em outra. De acordo com o site TV.com, tudo indica que "Bones" terá um crossover com a série animada "Family Guy",  a inusitada parceira renderia a David Boreanaz uma participação bem especial em "Family Guy".

Perto do fim da quarta temporada, em maio (nos EUA), o personagem de Boreanaz, o agente especial Booth, vai sofrer uma alucinação e acreditar que está dentro da série animada, onde se torna amigo de Stewie. Mais detalhes desse crossover divertido estragaria a surpresa. Vamos torcer para que seja verdade.

Você é daqueles que limpa com um guardanapo a latinha de refrigerante ou cerveja?

Todo mundo já ouviu aquela história de que fulano morreu porque tomou cerveja numa latinha suja. O designer Leon Peng criou o conceito The Cole Cleaner especialmente para quem tem medo das latinhas de refrigerante ou cerveja.

O Cole Cleaner usa radiação UV para desinfetar completamente qualquer latinha de alumínio. O gadget leva de 1 a 5 minutos para limpar uma lata de refrigerante. Quando os LEDs roxos se acendem a lata está limpinha e voe pode colocar na boca sem medo de morrer!

O Cole Cleaner é só um conceito, por enquanto, e não está sendo produzido comercialmente.

Música de 1ª na 2ª - Creep

"Creep" é o primeiro single (sem contar o Drill) da banda de rock inglesa Radiohead, e uma faixa no seu álbum de estréia de 1993 Pablo Honey.

Em Março de 2005, a revista Q colocou "Creep" na 15ª posição na lista das 100 maiores músicas com guitarra.

sábado, 21 de março de 2009

Tecla Control

AGENDA

Salada Sonora
Taverna: Rua Dr. Manoel A. B. de Araújo, 500, Ponta Negra, Natal - RN, 59090-430
Sábado, 21 de março
Até às 23h30: R$ 12 (mulher) e R$ 15 (homem); após às 23h30: R$15 (mulher) R$ 20 (homem)

Daniel Freire
Sancho: Rua Aristides Porpino Filho, 3163, Ponta Negra, Natal-RN
Sábado, 21 de março

Reggae Nights
Castelo Pub Bar: Ponta Negra, em frente ao Estádio Frasqueirão
Dias 20 e 22 de março
R$ 5

Perfume de Gardênia
Budda Pub: Av. Engenheiro Roberto Freire, Ponta Negra - Natal.
Sábado, 21 de março
R$ 15 (até meia noite) e R$ 20 (após 00h)

Hard Night: Sunset Boulevard e Hard Alliance
Castelo Pub (Rota do sol - em frente ao frasqueirão do ABC)
Sábado, 21 de março
R$ 5

Rock Seven Saturdays
Seven: Praça das Flores, Petrópolis. Natal - RN
Sábado, 21 de março

Zack Glass
Aprecie Pub: Rua das Algas, 2282, Alagamar, Ponta Negra.
Sábado, 21 de março
R$ 10

Pagode Universitário
Nyx Club
Sábado, 21 de março
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia ou quem imprimir flyer no site)

Projeto Pôr-do-SOM no Potengi com Sueldo Soaress
Saída do Iate Clube de Natal
Sábado, 21 de março
R$ 30 (residentes) e R$ 40 (turistas

Roça Roça
Ceará Mirim / RN
Sábado, 21 de março

Musical infantil "As novas aventuras dos três porquinhos"
TAM: Praça Augusto Severo, Natal - RN
Domingo, 22 de março
R$ 18 (inteira) e R$ 9 (meia)

Vaquejada dos Cavaleiros
Parnamirim - Rn
Sábado, 21 de março
R$ 30 (camarote) e R$ 15 (pista)

GAME

Monster Trucks Nitro é a mais nova versão da série Monster Truck! Neste jogo é mantido a jogabilidade básica do original e de Monster Truck Unleashed. Arrase todos os carros e outros veículos que aparecerem na sua frente e faça manobras espetaculares. Tudo isso para chegar ao final da pista no tempo determinado.

Esta versão para Mac OS X e Windows possui gráficos 3D avançados e efeitos visuais aprimorados. Com o passar das fases é possível escolher caminhões novos e até um ônibus escolar com as todas imensas dos Monster Trucks.

O jogo apresenta obstáculos que reagem fisicamente e interferem na controlabilidade de seu caminhão de maneira realista.

download

CINEMA

A Questão Humana

Curta Relacionamento

Dia Dos Namorados Macabro

Ele Não Está Tão a Fim de Você

Gran Torino

Jogo entre ladrões

O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes

O Menino Da Porteira

Operação Valquíria

Pagando Bem, Que Mal Tem?

Quem quer ser um milionário?

Se Eu Fosse Você 2

Tô de Férias

Um Hotel Bom Pra Cachorro

Watchmen - O Filme

DVD

Max Payne

Hellboy II - The Golden Army

LITERATURA

Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.
Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Control+JR Apresenta: Antes de Partir


Gênero: Comédia - Drama
Duração: 97 min
Origem: EUA
Estréia - EUA: 25 de Dezembro de 2007
Estréia - Brasil: 22 de Fevereiro de 2008
Estúdio: Warner Bros.
Direção: Rob Reiner
Roteiro: Justin Zackham
Produção: Alan Greisman, Neil Meron, Rob Reiner, Craig Zadan
Última Atualização: 14 de Fevereiro de 2008

Sinopse: Os veteranos de Hollywood Jack Nicholson e Morgan Freeman atuam juntos na comédia dramática "Antes de Partir", dirigida pelo também ator Rob Reiner. Na trama eles são dois doentes terminais que fogem do hospital para aproveitar seus últimos dias de vida. Jack Nicholson interpreta bilionário Edward Cole e Freeman é o mecânico Carter Chambers. Apesar de terem vindo de mundos diferentes, eles resolvem passar o fim da vida juntos. Os dois se conhecem quando viram vizinhos de cama no hospital. Após receberem a notícia de que não terão muitos dias, eles bolam um plano de fuga. Na aventura, eles fazem tudo que nunca tiveram oportunidade, como saltar de pára-quedas, competir corrida com carros em alta velocidade, ir à Europa, além de comer muito e sem restrições. Em "Antes de Partir", Jack Nicholson aparece com o visual que surpreedeu todos na última cerimônia do Oscar. Quando rodava o filme, ele foi chamado para apresentar um prêmio e surgiu com a cabeça careca. Além dos atores, o diretor Rob Reiner também é um grande nome na produção. Ele é o criador de uma das comédias românticas mais famosas, "Harry e Sally - Feitos um para o Outro" (1989), e do clássico da Sessão da Tarde "Conta Comigo" (1986). Velhice e câncer não costumam ser bons temas para comédias, mas Nicholson disse numa recente entrevista ao lado de Freeman que aparentemente eles conseguiram fazer algo agradável sobre um assunto desagradável. "Fiz uma exibição para amigos e vi quatro ou cinco pessoas se reconciliando no salão", disse Nicholson. "Acho que temos alguma coisa nas mãos - nosso filme pode ser a única coisa para levantar os ânimos por aí."

Quando dois homens são colocados em um mesmo quarto de hospital, nós lemos nas entrelinhas que ali haverá, no mínimo, alguns bons desentendimentos. Aparentemente sem nada em comum além de suas condições de saúde, Edward Cole (Jack Nicholson, de “Alguém Tem Que Ceder”) e Carter Chambers (Morgan Freeman, de “Menina de Ouro”) são opostos em quase tudo que se pode ver a olho nu. Eu disse quase. Logo que a trama se desenvolve, percebemos fácil que no fundo ambos precisam reencontrar seus caminhos, perdidos no meio dos problemas e negações do cotidiano.

Cole conquistou tudo que sempre quis: é dono de uma fortuna quase incalculável, possui um verdadeiro império, foi casado quatro vezes e, como ele mesmo adora frisar, não é qualquer um. É obstinado e tem certeza de que pode conseguir qualquer coisa no mundo, só acordando para a realidade quando encontra-se pela primeira vez em uma situação da qual não tem nenhum controle sobre. Do outro lado, está o sincero e trabalhador Carter. Diferente do primeiro, ele leva uma vida estável ao lado da esposa e dos três filhos, mas existe algo faltando em sua vida.

Quando descobrem ter entre seis e doze meses de vida, já amigos, eles optam por fazer algo considerado insano: desistir de qualquer tentativa de tratamentos e ir em busca de viver os sonhos que deixaram de lado enquanto construíam suas realidades. Para isso, fazem uma lista com esses desejos e viajam o mundo, descobrindo não só novos países e experiências, mas também um pouco de si próprios.

Já pela sinopse você entende mais ou menos o rumo que o desconhecido roteirista Justin Zackham quis dar: enquanto Carter atende sempre pelo primeiro nome, Cole é tratado por todos pelo segundo. O primeiro foi acostumado a ter calor humano, o segundo sempre foi profundamente solitário. Um precisa aprender com o outro o sentido que têm dado às suas vidas. Se um desaprendeu a valorizar a família que tem, o outro precisa pelo menos ir em busca daqueles que simplesmente deixou para trás.

A história de Zackham sem dúvida melhora da metade para o final, quando percebemos a que veio. Até então, a sensação que tive foi de “sim, e quando o filme começa?”. Acredito que ele demorou para desenvolver a narrativa, mas a tentativa foi válida, coisa que só entendi ao final. Entender como aqueles homens chegaram ali era essencial para captar onde exatamente eles iriam e qual a importância de seus passos. E resta salientar que esse roteiro foi criado em apenas duas semanas.

A fé de Carter desde o início incomoda o sofisticado empresário. Acostumado a saber de tudo, ele se surpreende ao ver que o novo amigo é praticamene uma enciclopédia ambulante - e isso é só o começo do aprendizado. Em determinado momento, Cole diz: "Nós vivemos, nós morremos e a vida continua para os outros". Ao que Carter questiona: "E se você estiver errado?". E um desconfiado Cole confessa que adoraria estar errado, pois não sabe mais ter fé em nada que não seja nele próprio.

A direção de Rob Reiner (do ótimo “A História de Nós Dois”) é mínima neste projeto. Não é certo dizer se foi de fato a intenção do diretor, mas é óbvio do início ao fim que o forte do filme está na história. Contida e sem planos artísticos, não foi feito para ser apreciado, e sim sentido. Apesar de começar fraco e parecer não engrenar, aos poucos consegue cativar o espectador e colocá-lo na história. Claro que grande parte desse trabalho ficou nas mãos de dois dos atores mais competentes e respeitados de Hollywood.

Nicholson e Freeman desempenham seus papéis com uma maestria rara de se ver ultimamente. Estão à vontade em seus personagens, sabem onde querem chegar e encontram o tom certo ao darem vida a dois homens tão diferentes entre si. Com uma riqueza de detalhes impressionante, e ao mesmo tempo tão simples, eles emocionam e nos levam em meio às suas descobertas. Foi experto de Reiner indicá-los para os papéis, aliás, eu diria que foi seu maior acerto. Ora, não querendo diminuir o talento dessas duas personalidades do cinema, mas há de se dizer que nos últimos anos eles criaram determinada cara na indústria, que agora praticamente desempenham sempre o mesmo personagem. O que só veio a acrescentar em “Antes de Partir”, já que a película parece ter sido feita sob medida para que eles a executassem. Nicholson como o rico e fútil homem que precisa voltar a valorizar as pequenas coisas; Freeman como o homem simples que tem muitas lições para ensinar e aprender.

Como tudo mais no filme, a fotografia também não é o que se pode chamar de um cinema mais plástico. E plástico aqui entra no sentido artístico, da preocupação com a imagem, sua forma, suas cores. Assim como a direção, a fotografia entra como mais um coadjuvante na trama, assim como a trilha sonora – praticamente inexistente. Sim, e essa foi uma das coisas que mais me assustou durante a projeção, porque algo que mais complementa e sustenta um filme é justamente sua trilha sonora. Quando história, atores ou até mesmo a direção perde um pouco seu rumo, é a trilha por trás que salva as cenas. Aqui não, a história é sustentada inteiramente nas figuras de Cole e Carter.

Clodovil, polêmico, gênio e carismático

 
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